Prefeitura não tem equipamentos básicos para operação Tapa-buracos


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura as irregularidades nos serviços executados pela operação Tapa Buracos e que conta com Jean Corauci, como membros, ouviram na tarde desta quinta-feira, 24 de janeiro, o secretário da Infraestrutura Alexandre Betarello, que explicou aos presentes sobre o programa Tapa Buracos.


Após esclarecer que existem dois procedimentos para a recuperação do pavimento asfáltico, sendo o remendo o mais correto, que é o realizado com recorte e com maior durabilidade, e o reparo emergencial, feito somente para atender as questões de segurança viária.

A falta de equipamentos básicos como o compressor de jato de ar, que inexiste na prefeitura, e o rolo compactador, que tem somente um, impossibilita que os serviços sejam executados conforme as normas técnicas do Departamento de Estradas e Rodagem (DER).

O questionamento feito pelos vereadores sobre quantas vezes é refeito o mesmo buraco, e quantos buracos existem em Ribeirão, o secretário não soube informar com precisão, e nem mesmo quantos serviços de remendos foram efetuados. Alguns dados serão fornecidos à CPI posteriormentes pela secretaria.

O secretário informou ainda que após alguns meses sem nenhum contrato com empresas para a prestação deste serviço, a prefeitura realizou processo licitatório no valor de R$ 3,2 milhões para contratação de empresa que assumirá a responsabilidade sobre o Tapa Buracos, realizando o serviço de forma adequada, com recorte do buraco antes de receber a massa asfáltica.

Uma diligência, com data ainda a ser definida, será feita para acompanhar o trabalho.

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