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Boa tarde pessoal!

Desde que assumi como vereador em 2017 eu firmei um compromisso com você.  Esse compromisso era trabalhar firme todos os dias por uma cidade melhor.

Os números que o site da Câmara Municipal mostram não mentem! Sou o vereador que mais fiscaliza e cobra melhorias para a cidade de Ribeirão Preto.

Reafirmo aqui meu compromisso de continuar trabalhando por você e por toda nossa cidade. Com trabalho e dedicação iremos fazer uma cidade melhor e mais justa para todos.

Conte sempre comigo, se cuida aí em casa e fique com Deus!
Foi realizada de forma remota, através de videoconferência, na manhã desta quinta-feira, 02 de julho, a sétima oitiva da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) cujo objetivo é apurar a dispensa de licitação na locação de ambulâncias para a Secretaria Municipal de Saúde, Programa de Assistência Médica Emergencial - SAMU, pelo valor de R$ 1,1 milhão de reais.

Durante a oitiva, os vereadores puderam ouvir a chefe da Divisão de Compras da Secretaria da Administração da Prefeitura de Ribeirão Preto, Katlyn Beordo de Lima, e também o sócio proprietário da empresa Anjos Parceiros da Vida, Marcelo Mazaia.

Após elencar  para a CPI os itens checados em todo processo de compra, como pré-cotação, cotação, requisição, CNPJ e dados da empresa, valor de acordo e valor de serviço, a justificativa e o memorial entre outros, a depoente Katlyn afirmou que não é comum o descumprimento de pareceres jurídicos, emitidos durante o processo, a mesma disse não se lembrar se houve algum episódio correlato na Secretaria da Administração, normalmente os pareceres jurídicos são considerados. Também relatou não ser uma prática abrir valores para um dos concorrentes dentro da sua secretaria.

O segundo depoente como convidado, o sócio proprietário de uma das empresas concorrentes no processo de contratação do serviço de ambulâncias, Marcelo Mazaia, explicou que foi realizado contato telefônico, e foi enviado para a funcionária Marcela, através de e-mail, um primeiro orçamento seguindo as exigências fornecidas pela Secretaria da Saúde, baseado em exigências se equivalendo à equipes como a do SAMU, o que deixou o orçamento com o valor elevado, cerca de R$ 2.300.000,00. O segundo contato feito com o empresário foi modificando os requisitos do orçamento, sendo retirada a maioria das exigências e permanecendo somente as quatro ambulâncias básicas, assim o orçamento inicial foi modificado resultando em um valor bem abaixo da primeira proposta. Em seguida receberam a solicitação oficial que foi preenchida a planilha com o valor final de R$ 563.000,00. Após o envio da proposta e de documentos, não houve mais nenhum contato da secretaria com a empresa.

Foi apresentado pelo presidente da CPI, um documento redigido à mão em papel não timbrado, assinado pela servidora Marcela, descartando o orçamento da Anjos Parceiros no valor de R$1.744.000,00, porém esse orçamento é desconhecido pela empresa.

Mesmo não tendo sido comunicado ou solicitado alguma documentação não apresentada, a empresa foi descartada sendo alegado falta de documentos, porém foi concedido prazo para a empresa SOS Médica o fornecimento de documentação, inclusive certidão negativa trabalhista.

Participaram da oitiva, além do presidente da CPI, Orlando Pesoti (PDT), os membros Alessandro Maraca (MDB), Jean Corauci (PSB), Marinho Sampaio (MDB), Paulo Modas (PSL) e Renato Zucoloto (Progressistas), e os vereadores Elizeu Rocha (Progressistas), Boni (Podemos) e Mauricio Gasparini (PSDB).
Em tempos de quarentena, muitos pais estão tendo que se reinventar com os filhos em casa. As escolas estão fechadas desde março e é preciso manter nossas crianças protegidas e também entretidas. Esse é um verdadeiro desafio, não é verdade?

Então eu vou passar uma dica para você. Na verdade, essa dica é do prefeito Duarte Nogueira e dos membros do alto escalão da Prefeitura de Ribeirão Preto. Vamos todos fingir que somos estátuas. Sabe aquela brincadeira divertida de ficar parado, normalmente quando a música para. Quem se mexer primeiro perde a brincadeira. 

Nessa brincadeira, o prefeito e os nomes escolhidos por ele para comandar os setores mais importantes de nossa cidade ainda não foram derrotados. Em matéria de ficar parado, eles são imbatíveis. A 3 anos e meio essa equipe vem derrubando recordes na arte de ficar sem se mexer. 

O último Troféu Bicho Preguiça colecionado pela equipe do prefeito Duarte Nogueira foi garantido na semana passada. Ele foi conquistado no Bom Prato, que poderia estar atendendo a população de graça neste momento, mas daria muito trabalho se mexer. Essa equipe precisa manter a regularidade. 

Para quem não acompanhou a trajetória, no fim de maio, o governador de São Paulo, João Dória, afirmou que todas as unidades do Estado de São Paulo poderiam dar alimentos de graça para quem procurar o serviço. Lembrando que na hora do almoço são servidas quase 2 mil refeições a preço de um real. Ou seja, seria uma grande chance de beneficiar essas pessoas, além das mais de 300 que procuram o local para o café da manhã e para quem ainda quer jantar, já que o serviço também começou a ser oferecido por causa da pandemia. 

Porém, quem procurou o Bom Prato neste período teve que levar a moeda de um real. Sem este valor, nada de alimentos. E aí que vem a participação essencial da prefeitura na arte de não participar de nada que ajude a população. O projeto está parado porque a prefeitura não se mexeu.

Bastava a Prefeitura de Ribeirão Preto assinar um convênio com o Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, e se manifestar. Era simplesmente erguer a mão e assinar um papel. Mas, isso acabaria com a marca registrada dos Campeões Mundiais de Inércia. 

Agora, a Secretaria Municipal de Assistência Social vem tentando explicar, por meio de entrevistas (aliás, não existe estátua que resista a uma boa entrevista ou Live), que está criando os melhores critérios possíveis para ajudar a população. 

Fico me perguntando: que critério seria melhor que dar alimento para a população de forma rápida?
Perdoem-me os amadores, mas em matéria de brincadeira, a Prefeitura de Ribeirão Preto dá show!

Hoje mais uma vez vemos os desmandos da Prefeitura. Quando esperamos que a Prefeitura e seus secretários tenham total atenção com a cidade de Ribeirão Preto, vemos que a preocupação é com outra cidade, hoje estes secretários estão com os olhos voltados para a cidade de Rio Preto que fica a mais de 200Km de distância.


O secretário da fazenda de Ribeirão é o presidente do PSDB em Rio Preto e o secretário de planejamento está planejando a candidatura para prefeito de Rio Preto. E qual a preocupação deles com o planejamento e futuro de Ribeirão Preto?

Aparentemente nenhuma . Está é a maneira que nosso Prefeito trata a nossa cidade. Ele tem entre seus principais secretários pessoas que nem moram em nossa cidade.

Continuarei lutando e trabalhando por nossa querida Ribeirão Preto, sou daqui e moro aqui, bem diferente de muitos que estão na Prefeitura.
Parece mentira mas é a mais pura verdade, o Prefeito de Ribeirão Preto foi escolhido como o gestor do ano e como prêmio para os funcionários da saúde pública não fez o pagamento dos salário dos funcionários.

Isso mesmo, ele ainda não pagou os funcionários que estão na linha de frente no combate ao Covid-19.

Será que o Prefeito acredita que valorizar o funcionário da saúde é dar nome em viaduto?

Não podemos aceitar mais essa falta de gestão por parte da Prefeitura que tem mais de R$ 51.000.000,00 em caixa para o combate à pandemia.

Reafirmo aqui meu compromisso com o povo e com a saúde de nossa cidade.

Na manhã de hoje estive no terminal de ônibus fiscalizando e conferindo como está o transporte público.

Mais uma vez vimos de perto o caos que encontram-se os ônibus de nossa cidade.

Continuarei cobrando e fiscalizando este serviço tão importante para a nossa cidade.
A Comissão Especial de Estudos dos Ecopontos realizou de forma remota, através de videoconferência, na tarde desta quarta-feira, 01 de julho, reunião para ouvir os secretários Edsom Ortega Marques, Planejamento e Gestão Pública, e Sônia Valle Walter Borges de Oliveira do Meio Ambiente, além do chefe da Coordenadoria de Limpeza Urbana, Joselito Campos da Silva.

 Após um breve resumo apresentado pelo vereador e presidente da CEE, Jorge Parada (PT), justificou o convite dos responsáveis de cada pasta sendo necessário esclarecer questões técnicas, respondendo aos questionamentos dos munícipes residentes próximos aos locais determinados para instalação dos ecopontos.

A secretaria do meio ambiente esclareceu que alguns desses questionamentos dizem respeito a outras pastas, sendo a responsabilidade dela a parte educacional e não operacional. E havia um planejamento para executarem ações educacionais junto a escolas e unidades de saúde de cada região, porém com a determinação de isolamento social provocado pela pandemia de COVID-19 na cidade, tem encontrado dificuldades de colocar em prática este planejamento.

Quanto a reclamação de moradores que a prefeitura não ouviu a população na escolha das áreas, tanto Sonia quanto Joselito justificaram que não é competência deles esta determinação, inclusive não tendo acesso a estas escolhas, e a única área que houve mudanças e ainda está sendo analisada pelo meio ambiente é o ecoponto 6, situado nas proximidades do Jardim Paiva.

A respeito de uma das áreas que houve conflito na escolha do local, o ecoponto da Via Norte, já existe uma proposta elaborada pela Secretaria do Meio Ambiente de outro local, que deverá ser analisada pelo Planejamento.

A sinalização, contratação de funcionários e vigias já estão tramitando na pasta responsável, segundo Joselito. O mesmo explicou também que o horário de funcionamento dos ecopontos será das 07h às 19h de segunda a sábado, mas a vigilância será de domingo a domingo, evitando assim o descarte irregular ou qualquer outra ação que possa prejudicar o funcionamento dos ecopontos trazendo prejuízos a população.

A escolha das áreas seguem alguns critérios, explicou Ortega, e desta forma as opções de áreas ficam bem restritas, e a partir destas indicações os técnicos escolhem as áreas.

Foi colocado durante a reunião que 17 ecopontos é o ideal para Ribeirão Preto.

A expansão do horário de funcionamento é uma das metas futuras, e a orientação a população é de fundamental importância.

A data da próxima reunião será discutida entre os membros da CEE Jorge Parada (PT), Jean Corauci  e Adauto Marmita (PSL).
A aprovação do Projeto de Lei de minha autoria foi destaque ontem no Jornal da Record. Embora a Prefeitura mais uma vez tenta dizer que não tem dinheiro não é o que encontramos no próprio site da Prefeitura.

Neste momento a Prefeitura conta com mais de R$ 51.000.000,00 para utilizar neste período de pandemia da maneira que achar melhor.

Continuarei vigilante e trabalhando pelo bem do povo de Ribeirão!!!
A palavra “cesta” tem uma forte relação com carinho, atenção. Você compra uma cesta de café da manhã para uma pessoa que gosta, como sua esposa ou sua mãe. No dia dos namorados então, é sempre algo muito lembrado. E o que falar de uma cesta básica? Algo tão ligado à solidariedade, a ajuda ao próximo. É símbolo de fraternidade. 

Em Ribeirão Preto, a Prefeitura vem enchendo uma verdadeira cesta de trapalhadas e desrespeito. Ingredientes de total descaso são colocados dia após dia. Tudo isso em meio à pandemia do Covid-19. 

Os últimos itens foram adicionados nesta semana. O prefeito Duarte Nogueira, em primeiro lugar, colocou a ilusão de que Ribeirão Preto caminha a passos firmes rumo a retomada segura da rotina de uma cidade próspera. Ele disse, com todas as palavras, que a cidade se prepara para pular uma etapa do Plano do Governo do Estado para o fim da quarentena. O chefe do Executivo acredita que Ribeirão Preto, que foi rebaixado para a fase vermelha, aquela onde todos os serviços não-essenciais são fechados, pode ir direto para a fase 3, quando até bares e restaurantes voltam a receber o público. Como acreditar na afirmação do prefeito?

Todas as palavras surgem ao mesmo tempo em que a mesma Prefeitura comandada por Duarte Nogueira entra com uma ação para manter a superlotação nos ônibus de Ribeirão Preto, apontada como um dos pontos de maior propagação do Coronavírus. Com uma frota menor no transporte público, os usuários se apertam e são colocados em risco. Qual a solução mágica encontrado pelo governo?

Aliás, mágica é o que a prefeitura parece esperar para ajudar a população que mais precisa. A inércia da prefeitura na entrega de alimentos para as famílias carentes ficou ainda mais evidente nesta semana. O secretário de Assistência Social, homem de confiança de Duarte Nogueira, falou com todas as letras na Câmara de Ribeirão Preto que a pasta que ele comanda não comprou nenhuma cesta básica para entregar à população. É isso mesmo: ZERO. Tudo que foi entregue até agora é fruto de doação, da solidariedade de pessoas que estão realmente comprometidas com o próximo. 

Este episódio se junta a outros que já mostraram o total desrespeito deste governo com a população. Primeiro foi a demora para dar alimentos para os alunos matriculados na rede pública, mesmo com recursos vindos do governo federal. Depois, a entrega de um kit vergonhoso, com um quilo de arroz, feijão, macarrão e leite em pó. Isso para que as crianças se alimentem por um mês. E ainda veio a inércia para assinar o convênio que garante a gratuidade do Bom Prato. É total paralisia frente a uma crise gigantesca. 

Infelizmente, a cesta de desrespeitos ainda parece estar longe de ser lacrada. Por mais ilusões que o governo tente vender, os ingredientes de uma receita muito amarga para a população parecem encher os armários do Palácio Rio Branco.
A Comissão Parlamentar de Inquérito que visa apurar irregularidades nos serviços executados pela operação Tapa Buracos, ouviu na manhã desta segunda-feira, 29 de junho, o diretor da empresa CG engenharia e Construtora Ltda, responsável pelo serviço Tapa Buracos em Ribeirão Preto, Ricardo Alberto de Castro.

Conduzindo a oitiva o presidente da CPI, e com exceção do vereador Paulo Modas (PSL), os demais membros, Jean Corauci, Adauto Marmita (PROS) e Orlando Pesoti (PDT) acompanharam de forma remota, assim como os vereadores Bertinho Scandiuzzi (PSDB) e Mauricio Gasparini (PSDB).

Iniciando a oitiva, o diretor afirmou não saber com exatidão o endereço da empresa em Ribeirão Preto após questionamento feito por Maraca que o local indicado pela mesma é um canteiro de obras.

Sobre a composição das equipes, Ricardo explicou que são formadas normalmente por cinco a seis colaboradores, tendo o motorista também a função de chefiar a equipe. Todos os funcionários possuem vinculo empregatício com a empresa, não havendo terceirização. Alegou também que houve uma adaptação na quantidade de funcionários por equipe exigida em contrato, que seriam sete, mas observaram não ser necessário esse número o que foi aceito pela prefeitura.

Também foi informado aos vereadores que o cronograma de trabalho é fornecido no dia anterior, e em muitas ocasiões o mesmo é modificado pouco antes de a equipe ir a campo, e nestes casos a empresa mantem uma equipe flexível. Essa falta de um cronograma com maior tempo, não dá a possibilidade da empresa se programar quanto ao material e desta forma deixando o serviço menos ágil e produtivo.

Sobre o intervalo entre o primeiro e segundo contrato com a prefeitura de aproximadamente quatro meses, o diretor declarou que existia um atraso significante dos pagamentos e somente retornaram após o acerto da prefeitura. E ainda hoje existe um atraso de pagamento. Foram realizadas quatro medições, completando a quinta amanhã, e foram efetuados somente dois pagamentos, sendo o segundo ocorrido semana passada, após a empresa advertir que poderia haver suspensão dos trabalhos por falta de pagamento. Existem duas notas fiscais pagas e três pendentes, visto que a terceira vence amanhã.

As normas técnicas analisadas e em várias ocasiões verificadas pelos membros da CPI que não vinham sendo cumpridas, o diretor afirmou que as equipes da empresa cumprem todas as normas, e em casos que existe risco em utilizar o rolo compressor, ou quebra do mesmo, a placa vibratória é usada com o mesmo resultado satisfatório. E em 80% dos trabalhos executados é usado o rolo compressor. Foi inteirado também que a garantia sobre o serviço executado é de cinco anos, mas essa garantia é sobre o material e forma usada pela empresa.

A relação de buracos tapados durante a vigência do contrato, inclusive com endereços de cada um, será levantada e enviada pela empresa a CPI.

Durante a apresentação de fotos de diligencias realizadas anteriormente pelos membros da comissão, foi apontado erros em marcações para recortes, mas o diretor afirmou que as marcações são realizadas em conjunto com o fiscal da prefeitura e dois fiscais da CG, não sabendo explicar sobre aquele fato em específico.

Com o contrato chegando ao fim em cerca de 45 dias, foi questionado sobre o mesmo ter a duração de seis meses, Ricardo afirmou ser o primeiro contrato assinado pela empresa por este período, visto que em outras cidades o que prevalece é contrato anual.

Finalizando a reunião o vereador Alessandro Maraca afirmou que o objetivo continua sendo que sejam cumpridas as normas técnicas em 100% do trabalho realizado.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) cujo objetivo é apurar a dispensa de licitação na locação de ambulâncias para a Secretaria Municipal de Saúde, Programa de Assistência Médica Emergencial - SAMU, pelo valor de R$ 1,1 milhão de reais, realizou mais uma oitiva durante a tarde desta quinta-feira, 25 de junho. Na ocasião os vereadores ouviram o servidor comissionado Jorge Alves de Oliveira Neto, cujo cargo é assistente do secretário municipal de Esportes, mas lotado no gabinete do prefeito segundo o mesmo informou durante seu depoimento. E também a secretária municipal da Administração, Marine Oliveira Vasconcelos.


Os vereadores, esclareceram que o testemunho de Jorge Alves não estava relacionado no cronograma inicial da comissão, porem após o depoimento do proprietário da empresa Viva Mais, João Renato Cabrera, que teria sido aconselhado por Jorge a não prosseguir com as denúncias sobre a locação das ambulâncias porque isso poderia lhe causar problemas. O depoente afirmou que foi só um conselho de amigo, mas que encaminhou o áudio de sua conversa com o representante da Viva Mais para o secretário da Saúde, Sandro Scarpelini.

No depoimento da secretária Marine Oliveira, a mesma afirmou que a dispensa de licitação é de responsabilidade de cada pasta, cabendo à sua secretaria somente a verificação de documentos se atendem aos requisitos mínimos do processo legal.

A abertura de uma sindicância na Secretaria da Saúde para apurar eventuais falhas pelos envolvidos no processo, Marine se recorda de ter ouvido em uma reunião, mas não soube informar se essa sindicância foi realmente aberta ou não.

A modificação da dotação orçamentária no contrato das ambulâncias, de federal para estadual, não é vista pela depoente como irregular, mas sim uma adequação de uma verba que veio com especificação para combate ao COVID-19, e não se recorda se a mudança ocorreu após a intervenção da polícia federal em processo de investigação no contrato.

Quanto ao procedimento de apresentar os valores das propostas de outras empresas à SOS Urgência Médico, vencedora do contrato, a secretária discorda de tal conduta visto que a previsão legal é não mostrar, e vê como indício de direcionamento, não garantindo a imparcialidade no processo.  

Participaram da oitiva além do presidente da CPI Orlando Pesoti, os membros Alessandro Maraca (MDB), Jean Corauci (PSB), Marinho Sampaio (MDB), Paulo Modas (PSL) e Renato Zucoloto (Progressistas), e os vereadores Boni (Podemos), Elizeu Rocha (Progressistas), e Rodrigo Simões (PSDB).   
O jornal Tribuna de hoje trás uma reportagem que mostra a aprovação do Projeto de Lei de minha autoria para que seja disponibilizada Internet grátis para alunos e professores da rede pública municipal.

Com essa pandemia e com o afastamento todos os alunos e todos os professores são obrigados a assistirem e ministrarem as aulas através da internet, mas nem todos os alunos e professores possuem acesso a essa rede de computadores conhecida como internet em suas casas, trazendo assim prejuízo para o aprendizado de nossas crianças e dos nossos jovens.

Por este motivo apresentei e ontem foi aprovado o Projeto para que esse problema seja resolvido, agora está nas mãos do Prefeito colocar em prática esta medida.

Continuarei trabalhando por todos de nossa querida cidade.
Mais um absurdo está sendo cometido pela Prefeitura neste período de pandemia que enfrentamos.

Agora o que encontramos ou melhor não encontramos são os remédios que estão sendo receitados nos postos de saúde e no Centro de Combate ao Covid-19. Infelizmente a falta de gestão faz com que os remédios estejam em falta nos postos de saúde de nossa cidade.

Enquanto a prioridade da Prefeitura é tocar obras como viadutos e corredores de ônibus a população fica em desespero com a falta de medicamento nos postos da cidade.

Estou cobrando através da Câmara Municipal para que mais esse absurdo seja resolvido. Continuarei trabalhando pelo povo de minha cidade.

Ontem pela manhã com grande alegria estive junto com o Deputado Federal Ricardo Silva participando da assinatura de uma emenda no valor de R$ 170.000,00 destinados a Oca Ribeirão Preto (Organização Cidadania Ativa), a emenda do Deputado Rafael Silva possibilitará um atendimento melhor para nossas crianças e jovens.

A OCA desenvolve ações e atividades continuadas, articuladas com os serviços socioassistenciais do território que compõem a rede de proteção social, através da oferta de serviços de convivência e fortalecimento de vínculos e Promoção e Integração ao Mundo do Trabalho para crianças e adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social.

Atualmente eles mantém dois programas: Cidadão Mirim  e Cidadão Jovem que beneficiam um total de 100 crianças e adolescentes de 06 a 18 anos.

Com medidas como esta trará melhoria de vida as crianças e jovens da OCA.


Um quilo de arroz. Um quilo de feijão. Um frasco de óleo. Um pacote de macarrão de 500 gramas e um sachê de molho para jogar em cima. E um quilo de leite em pó. Quantos dias isso duraria na sua casa? Você conseguiria fazer isso durar pelo menos uma semana?


Na cabeça da Prefeitura de Ribeirão Preto, toda essa “vasta” lista de alimentos é suficiente para durar um mês. É isso mesmo: uma refeição diária por um mês inteiro. 
Esses alimentos começaram a ser entregues essa semana, com um atraso monstruoso, para os alunos matriculados na rede municipal de Ensino. São 47 mil alunos que começam a receber esse kit que, na minha opinião, só pode ser batizado de Kit da Vergonha! 

Antes, gostaria de pontuar algumas situações. Em primeiro lugar: toda a criança tem que receber alimentação escolar. Tem que receber merenda. Todos os dias letivos. Além disso, a Prefeitura de Ribeirão Preto recebe verbas para bancar esse projeto. 

O desastre da situação ficou nítido logo de cara. Primeiro, as aulas foram suspensas no dia 24 de março e a prefeitura só anunciou o primeiro projeto para entregar cestas básicas no dia 13 de abril. A partir daí, as trabalhadas e desrespeito da prefeitura ficaram ainda mais evidentes. 

A primeira entrega de cestas básicas só foi direcionada para alunos que estavam inseridos no Bolsa Família. Aí veio o questionamento: se o direito a alimentação é para todos, por que só uma parcela iria receber? A Secretaria de Educação afirmou que só seriam beneficiados 5,7 mil alunos. E os outros mais de 40 mil?

Esse questionamento foi feito pelo Ministério Público e também pela Câmara de Ribeirão. É claro que, com a pressão, a prefeitura saiu da inércia de costume. Porém, a emenda sai pior que o soneto, mais uma vez. 

O secretário de Educação, Felipe Miguel, vai à imprensa no dia 7 de maio e anuncia que “nos próximos dias” kits alimentação seriam entregues para todos os alunos. Não importava mais o cadastro no Bolsa Família. Porém, foi feito muito barulho por nada. 

Os kits que apresentei logo no início deste texto só começaram a ser entregues de fato agora, um mês após ao pomposo anúncio do homem de confiança de Duarte Nogueira. Se demorou 30 dias para entregar, arroz, feijão, macarrão e um quilo de leite em pó. Uma verdadeira vergonha! Isso sem falar que neste meio tempo, a entrega de cestas básicas também foi suspensa por falta de alimentos. 

A pergunta que fica é para onde está indo o dinheiro que muitas pessoas de Ribeirão Preto estão doando para ajudar quem precisa. Para onde está indo a verba do Programa Nacional de Alimentação Escolar, do governo federal. As aulas presenciais estão suspensas, mas os alunos possuem o direito de continuarem a receber esse benefício de verdade, e não um kit para fingir que algo foi feito para ajudar quem mais precisa.


Na última semana na Câmara Municipal o secretário da Assistência Social informou que a Prefeitura não comprou nenhuma cesta básica para ajudar as famílias neste período de pandemia, acreditei que o Prefeito teria ficado indignado com esta postura do secretário e teria colocado a mão na massa e corrido atrás de comprar as cesta que a população tanto precisa, mas o que vimos tanto no final de semana quanto hoje é o Prefeito dando prioridade em pista de Skate e instalação de lixeiras.

No meu ponto de vista as prioridades desta Prefeitura estão invertidas, deveríamos pensar no povo da nossa cidade e não em obras. O momento é de pensar na população e cuidar dos que mais precisam.

Continuarei fiscalizando, cobrando e principalmente lutando pelo povo da minha cidade.

Quando falamos de ajudar a população que precisa de alimentos ou para ajudar o comércio a Prefeitura afirma que não possui dinheiro, mas para repassar mais de R$ 4.800.000,00 para a Transerp a Prefeitura tem.

Não vimos nenhuma movimentação por parte da Prefeitura em ajudar a população com cestas básicas e também não vimos a Prefeitura acenar com nenhuma isenção de impostos ou algum tipo de ajuda para o comércio. Até o momento o que vimos foi um show de lives e informações desencontradas de abertura e fechamento do comércio.

Eu apresentei um projeto que foi vetado pelo Prefeito que iria isentar ou dar desconto no IPTU para toda a cidade e este dinheiro poderia vir dos R$ 3.000.000,00 destinados pela Câmara para o combate ao COVID-19, mas o Prefeito foi contra esta ajuda.

Não podemos aceitar esse descaso com a cidade que é está sendo praticado pela Prefeitura, se você também não concorda com essa medida, compartilhe.
Hoje pela manhã protocolei mais uma denúncia contra a Prefeitura de Ribeirão Preto junto ao Ministério Publico, desta vez estão sendo instaladas placas com os nomes das ruas fora do padrão e fora das Leis de nossa cidade.

Nossa cidade sofreu por muitos anos pela completa falta de indicação das ruas e agora a Prefeitura vem fazer um serviço fora dos padrões e completamente fora das Leis de nossa cidade.

As placas que encontramos em alguns pontos do centro da cidade são as placas corretas, já nos bairros como Vila Abranches, Jardim Zara, Ipiranga e até em Bonfim Paulista a instalação está sendo de placas completamente fora dos padrões exigidos em um decreto feito pelo Prefeito e fora das Leis Municipais.

Mais de R$ 4.793.000,00 investidos nas placas, nós não podemos aceitar que o nosso dinheiro seja descartado na lata do lixo.

Continuarei fiscalizando os gastos da Prefeitura e exigindo o que determina a Lei.
Hoje pela manhã protocolei mais uma denuncia junto ao Ministério Público referente a contratação sem licitação de uma empresa para fazer o serviço de tapa buraco. Neste período mais uma ação da Prefeitura distribuindo dinheiro tendo como justificativa o Decreto do COVID-19 e para piorar além disso tudo temos um contrato vigente em nossa cidade para fazer o mesmo serviço.

Não irei aceitar essa farra com o dinheiro público que está sendo feito neste período.

Reafirmo aqui meu compromisso de fiscalizar todos os atos da Prefeitura e estar sempre ao lado do povo de minha cidade.
A Comissão Especial de Estudos dos Ecopontos, composta pelos vereadores Jorge Parada (PT), Adauto Marmita (PROS) e Jean Corauci (PSB), ouviu na tarde desta quarta-feira, 17 de junho, através de videoconferência, Elson Tadeu de Paula e Eidna Minchio, moradores dos bairros Planalto Verde e Jardim Centenário, respectivamente.

Durante a oitiva os munícipes relataram as dificuldades e irregularidades na implantação dos ecopontos em Ribeirão Preto.

O projeto de implantação de ecopontos planejado pela Prefeitura Municipal, previa a instalação de seis ecopontos em Ribeirão, destinados à entrega de resíduos diversos, como entulho, móveis velhos, pneus, madeiras, recicláveis e massa verde. Mas, segundo os moradores, não houve um diálogo com a população ao entorno e nem estudo prévio na escolha das áreas, resultando em protesto de moradores vizinhos que não concordam que sejam instalados em locais próximos a residências, visto que os incômodos causados pelos ecopontos são inúmeros: animais peçonhentos, roedores, poluição sonora causada pelos tratores, incêndios, entre outros. Tudo isso colocando a saúde e segurança de moradores próximos em risco.

Tanto a Secretaria do Meio Ambiente, da Administração e o promotor Wanderley Trindade foram procurados pelos moradores com questionamentos, mas não obtiveram retorno de nenhum deles.

Dos seis ecopontos que eram para serem instalados, nenhum encontra-se em funcionamento, e existe a informação que o do Loteamento Arlindo Laguna foi cancelado.

Um estudo aprofundado sobre ecopontos implantados em outras cidades foi realizado pelo morador Elson, que passou uma cópia para o presidente da CEE, Jorge Parada.

Para esclarecer todos os questionamentos e dúvidas dos moradores e vereadores, a comissão deliberou agendar nova reunião para a próxima quarta-feira, 24 de junho, convidando os secretários do Meio Ambiente e Planejamento, além do responsável pela Coordenadoria de Limpeza Urbana. Após ouvirem os representantes da administração municipal, será ouvido o promotor Wanderlei Trindade em reunião ainda a agendar.
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Já foi protocolado na Câmara de Vereadores um projeto de lei que autoriza a prefeitura de Ribeirão Preto criar o auxílio internet para os 47 mil alunos das 108  escolas da rede municipal de ensino – educação infantil e ensino médio –, devidamente matriculados, e também para os professores.

A propositura é de Jean Corauci (PSB) e prevê que a o serviço será disponibilizado através de aplicativo do tipo “carteira digital” e somente poderá ser utilizado para pagamento de prestadores de serviço de internet.

O valor mensal seria de R$ 80 e os créditos disponibilizados não serão cumulativos, perdendo o benefício quem não o utilizá-lo dentro do prazo estabelecido.

Em sua justificativa, o parlamentar afirma que, devido à pandemia do novo coronavírus, as escolas suspenderam as aulas presenciais e passaram a buscar formas alternativas de manter o processo de ensino e aprendizagem durante a quarentena, usando principalmente aplicativos e plataformas online.

“A estratégia adotada, no entanto, escancara a desigualdade e as dificuldades enfrentadas pelos estudantes e professores de colégios públicos, como o acesso limitado à internet e falta de computadores”, diz. A iniciativa, segundo Corauci, é para garantir os diretos dos cidadãos menos abastados, para que não sejam prejudicados ainda mais com a suspensão das aulas presenciais.

Ele garante ainda que o projeto não tem vício de iniciativa, pois trata apenas de incentivos e criação de mecanismos que possam melhorar relação entre quem executa os serviços públicos na cidade, mas o prefeito Duarte Nogueira Júnior (PSDB) pode vetar a proposta alegando que a Câmara pretende criar despesas sem indicar a fonte de recursos.

Se a Secretaria Municipal da Educação gastar R$ 80 por mês com cada um dos 47 mil alunos, a despesa mensal será de R$ 3,76 milhões. O projeto não tem data para ser votado.

Corauci defende a aprovação e a sanção da nova lei. “Não obstante, a Lei Orgânica do Município (LOM) de Ribeirão Preto, em seu artigo 8o, alínea ‘a’, parágrafo 11, dispõe sobre a competência da Câmara de Vereadores, autorizando, de maneira genérica, legislar sobre tributos municipais, inclusive concedendo isenções”, explica
o parlamentar.
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Zero. Esse é o número de cestas básicas que a prefeitura de Ribeirão Preto comprou para o atendimento da população carente da cidade durante o período da pandemia, iniciado em março deste ano. A informação é do secretário da Assistência Social, Guido Desinde, em depoimento aos vereadores na Câmara de Ribeirão Preto.


Questionado pelo vereador Jean Corauci (PSB), Guido admitiu que, até o momento, a prefeitura só distribuiu cestas que ganhou. “Você sabe muito bem que, para comprar, é preciso ter verba. Estamos licitando dez mil cestas”, disse o secretário.

Questionado sobre quantas foram efetivamente compradas, ele admitiu que a prefeitura “não comprou nenhuma até o momento”. Ele afirmou, ainda, que a demora se deve aos trâmites burocráticos. O secretário afirmou, entretanto, que não há prazo para a entrega das dez mil cestas citadas por ele.

Sem licitação

Corauci, por sua vez, afirmou que a prefeitura tinha mecanismos para fazer compras emergências. “Pra fazer algumas coisas, que a prefeitura julgou importantes, foi da noite para o dia”, disse o parlamentar, que citou a locações de ambulâncias, feiras sem licitação, e o processo para contratação de empresa para fazer os tapa-buracos.

“Para dar cesta básica para a população carente, para as pessoas comerem, que não aparece na live, a prefeitura não teve interesse”, disse. “De concreto, março até hoje, a prefeitura não comprou uma única cesta básica” , afirmou.

Análise

Segundo o sociólogo Murilo Soares, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), a questão demonstra a prioridade da administração municipal. “Não conheço a realidade de Ribeirão Preto em específico, mas, em termos gerais, é evidente que a prefeitura poderia ter feito processos emergenciais nesse caso. Parece-me uma opção, já que muitos processos de dispensa de licitação foram feitas no setor da saúde, por exemplo. No caso da assistência social, isso também poderia ter ocorrido”, conta.
Mais um absurdo praticado pela Prefeitura de Ribeirão Preto justo quando batemos o recorde de mortes por Covid-19 em nossa cidade.

Agora a Prefeitura foi até a justiça contra o decreto feito pela Câmara Municipal que obrigava a volta de 100% do transporte público na cidade.

Sabemos que o transporte público é o segundo lugar de maior contágio do Covid-19 perdendo apenas para hospitais.

Não vimos a Prefeitura ir até a justiça tentar ajudar alguma família ou algum comerciante, mas para ajudar as empresas de ônibus a Prefeitura age rápido.

Foi instalada na tarde desta quarta-feira, 10 de junho, através de videoconferência, a Comissão Especial de Estudos dos Ecopontos.

Motivada pelas reclamações de munícipes que residem próximo aos ecopontos instalados na cidade e questionamentos sobre o acúmulo e a falta de retirada periódica dos mesmos, assim como o descarte de materiais inapropriados, muitas vezes causadores de doenças, sem respostas da Prefeitura Municipal. Através de requerimento de autoria do vereador Jorge Parada (PT), foi aprovado em plenário a criação da CEE.

A comissão composta pelos vereadores Jorge Parada, Adauto Marmita (PROS) e Jean Corauci (PSB), realizou a eleição para os cargos. Definindo Jorge Parada como presidente, Adauto Marmita a vice-presidente e Jean Coorauci como relator.

Os membros também estabeleceram a próxima reunião, que será realizada no dia 17 de junho às 17 horas, quando ouvirão moradores próximos aos ecopontos.

Foi ouvido na tarde desta quarta-feira, 10 de junho, pelos vereadores que compõem a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) cujo objetivo é apurar a dispensa de licitação na locação de ambulâncias para a Secretaria Municipal de Saúde, Programa de Assistência Médica Emergencial - SAMU, pelo valor de R$ 1,1 milhão de reais, o chefe da Sessão de Transporte da Secretaria da Saúde, Euler da Silva Lessa.

O depoente pode esclarecer alguns questionamentos dos vereadores pertinentes ao seu setor.

Quanto ao número desencontrado de ambulâncias obtidos na última oitiva durante depoimento do coordenador do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) Elvio Antonio Pinotti Neto que apresentou 22 ambulâncias e a Secretaria da Saúde informou 31, Euler declarou que em Ribeirão Preto existem 14 ambulâncias em atendimento e 16 em reserva. E este número de ambulâncias em atendimento supera as 11  preconizada pelo Ministério da Saúde.

A respeito das ambulâncias sem condições de uso, todas estão em processo administrativo para irem a leilão, resultando em um pátio superlotado, mas os setores competentes para viabilizar o leilão estão tentando agilizar o trâmite.

Sempre deixando claro que não é sua atribuição participar ou opinar a respeito de contratos, e especificamente neste contrato das ambulâncias, ele realizou somente a vistoria nos veículos atestando a questão de segurança aos pacientes. Foram vistoriados quatro veículos, sendo um zero quilômetro, e outros três usados em condições de uso. Todos os veículos já se encontravam plotados a serviço da prefeitura.

Outro ponto que foi esclarecido aos vereadores é que a frota denominada de reserva técnica é variável em vista das manutenções veiculares periódicas exigidas.

Quanto à quilometragem rodada durante o mês por cada ambulância, Euller se comprometeu a enviar os dados após levantamento.

A frota total de ambulâncias da Secretaria da Saúde é composta por 41 veículos, além das disponíveis para o SAMU, existem outras destinadas a serviço de remoção de pacientes cadeirantes, pacientes de hemodiálise, viagens transportando pacientes para tratamento ou internações em outras cidades.   

Participaram da CPI os membros Orlando Pesoti (PDT) presidente, Renato Zucoloto (Progressista) vice-presidente, Alessandro Maraca (MDB), Jean Corauci (PSB), Paulo Modas (PSL), e os vereadores Elizeu Rocha (Progressistas), e Boni (Podemos).
Mais um trabalho do vereador Jean Corauci gera resultado para a cidade de Ribeirão Preto. Depois de pressionarmos e cobrarmos uma ação da Prefeitura para aderir ao Bom Prato gratuito a cobrança surtiu efeito e hoje depois de muito empenho do vereador começará a distribuição da alimentação aos moradores de rua.

Foi necessário uma ação nossa para que a Prefeitura começasse a trabalhar e aderisse ao convênio estadual. Na semana passada cobramos e hoje o resultado está aí.

Continuarei trabalhando pelas pessoas que mais precisam de nossa cidade e estarei sempre ao lado do povo de Ribeirão Preto.
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Um quilo de arroz. Um quilo de feijão. Um frasco de óleo. Um pacote de macarrão de 500 gramas e um sachê de molho para jogar em cima. E um quilo de leite em pó. Esse é o kit que a Prefeitura está distribuindo para os alunos da rede Municipal.

Quantos dias isso duraria na sua casa? Você conseguiria fazer isso durar pelo menos uma semana?

Na cabeça da Prefeitura de Ribeirão Preto, toda essa “vasta” lista de alimentos é suficiente para durar um mês.

A Prefeitura recebeu mais de R$ 22.000.000,00 neste período e até o momento não fez nada para ajudar a população de Ribeirão.

Continuarei trabalhando e cobrando providências.
O último projeto em discussão na ordem do dia  04 de junho, o projeto de resolução de autoria da Mesa da Câmara Municipal, provocado por requerimento do vereador Jean Corauci (PSB), convocando o secretário municipal de Assistência Social, para dar explicações e prestar contas sobre a arrecadação e destinação das cestas básicas emergenciais no município de Ribeirão Preto, foi aprovado, encerrando a sessão ordinária.

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Na manhã  desta  quinta-feira, 04 de junho, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) cujo objetivo é apurar a dispensa de licitação na locação de ambulâncias para a Secretaria Municipal de Saúde, Programa de Assistência Médica Emergencial - SAMU, pelo valor de R$ 1,1 milhão de reais, ouviu dois depoentes, a procuradora do município, Ana Maria Seixas Paterlini e coordenador do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) Elvio Antonio Pinotti Neto.

Durante a oitiva, a procuradora explicou que o seu parecer, constante no processo de contratação das ambulâncias, foi uma orientação sobre a possibilidade em realizar o processo através de pregão eletrônico com prazo reduzido, e especificar o motivo da quantidade de ambulâncias e profissionais. Também esclareceu os vereadores que o parecer não é vinculativo, cabendo ao gestor concordar ou não.

O médico emergencialista, Helvio Pinotti, declarou que a preocupação dele como coordenador do SAMU, sempre foi preservar a saúde dos servidores lotados naquele setor, visto que já existem nove funcionários do quadro afastados por contaminação de COVID-19.

A falta de motoristas foi confirmada pelo médico.

Quanto ao número de ambulâncias disponibilizadas pelo município hoje, entre as reservas e as em circulação, houve um desencontro entre as apresentadas pelo médico, e a informação obtida na Secretaria da Saúde.

Com a contratação das ambulâncias houve uma diminuição de horas extras, e segundo o depoente, a contratação do serviço de ambulâncias confere um custo menor aos cofres públicos.

A forma como é efetuado o pagamento à SOS é através de quilometragem rodada, conferido através de planilha fornecida semanalmente pela empresa com a planilha do SAMU. Após a checagem dos dados de chamados as planilhas são enviadas para o gerenciamento de contratos da administração municipal. 

Questionado sobre a ambulância sem emplacamento utilizada em atendimento recentemente, Helvio afirmou não ter conhecimento. Assim como afirmou não ter autonomia sobre valores de contrato ou o processo de contratação.

O Samu, segundo Helvio, tem autonomia de fazer qualquer tipo de atendimento, inclusive transferências, mas é priorizado a ser feito pela empresa contratada, em seguida afirmou que a contratação é uma complementação do serviço do SAMU.

Fazem parte da CPI os vereadores Orlando Pesoti (PDT), presidente, Renato Zucoloto (Progressista), vice-presidente, Alessandro Maraca (MDB), Jean Corauci (PDT), Marinho Sampaio (MDB), Paulo Modas (PSL). Participaram também da reunião os vereadores Elizeu Rocha (Progressistas), França (PSB), Mauricio Gasparini (PSDB) e Rodrigo Simões  (PSDB).
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Durante a manhã desta terça-feira, 02 de junho, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) cujo objetivo é apurar a dispensa de licitação na locação de ambulâncias para a Secretaria Municipal de Saúde, Programa de Assistência Médica Emergencial - SAMU, pelo valor de R$ 1,1 milhão de reais, realizou a terceira oitiva no plenário da Câmara Municipal de Ribeirão Preto.

Foram ouvidos como convidados os proprietários da empresa Viva Mais Saúde,  Juliana Conceição e João Renato Cabrera, e na qualidade de testemunha, o servidor público Michael David Gama, lotado na Secretaria Municipal da Administração.

Inicialmente foi ouvida a testemunha Michael que informou ser servidor municipal a cerca de dez anos, e desempenha o cargo de diretor do Departamento da Administração Geral por volta de um ano e meio. Função que é responsável, dentre outras, a elaboração de contratos da Prefeitura Municipal. A testemunha explicou a tramitação do processo de contratação, não se recordando se a dotação era verba federal ou estadual, visto que, não tem conhecimento do processo que antecede a homologação e não é função dele determinar qual a dotação de qualquer processo realizado pela prefeitura.

Em seguida foram ouvidos os proprietários da empresa Viva Mais que também participou da dispensa de licitação, e se sentiram prejudicados durante este processo. Com acusações de direcionamento e favorecimento no processo realizado pela administração municipal.

Na oitiva foi citada outra dispensa de licitação de contratação de ambulâncias pela FAEPA, cuja empresa vencedora é a mesma do contrato da prefeitura, com alguns dados que geraram desconfianças à Empresa Viva Mais. Este processo já foi solicitado pela CPI.

Acreditando no direcionamento do contrato à empresa SOS Urgência Médico, João Renato alega ter sido advertido por algumas pessoas para não abrir denúncia sobre o processo.

A ligação bem próxima do proprietário da SOS com o secretário da Saúde, o fornecimento dos valores ofertados das empresas concorrentes à empresa vencedora, como foi solicitado o cálculo de custos no orçamento das empresas durante o processo de compra, a falta de transparência e informações, foram fatores que levaram o casal à denúncia.

Foi comunicado à comissão que as ambulâncias, objeto do contrato, permanecem dentro da empresa e não no pátio do SAMU. Causando estranheza, visto que a prefeitura paga por quilômetro rodado.

Durante o depoimento, foi protocolado pela SOS Médica na Câmara Municipal, um pen drive contendo arquivos de áudios que, segundo o ofício comprovam intimidações geradas por João Renato.

Participaram da reunião além dos membros da CPI, Alessandro Maraca (MDB), Jean Corauci (PSB), Marinho Sampaio (MDB), Paulo Modas (PSL) e Renato Zucoloto (Progressistas), os vereadores Boni (Podemos), Elizeu Rocha (Progressistas), França (PSB), Mauricio Gasparini (PSDB) e Rodrigo Simões (PSDB). Presidiu a CPI o vereador Orlando Pesoti  (PDT).

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Hoje pela manhã tivemos mais uma audiência da CPI das Ambulâncias e minha participação foi destaque como mostra a reportagem exibida pelo programa SBT Verdade.

Assista e compartilhe!!!


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Durante mais de três horas a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) cujo objetivo é apurar a dispensa de licitação na locação de ambulâncias para a Secretaria Municipal de Saúde, Programa de Assistência Médica Emergencial - SAMU, pelo valor de R$ 1,1 milhão de reais, realizou na manhã desta terça-feira, 26 de maio, a segunda oitiva.

A CPI que tem como membros os vereadores Orlando Pesoti (PDT), presidente da comissão,  Alessandro Maraca (MDB), Jean Corauci (PSB), Marinho Sampaio (MDB), Paulo Modas (PSL) e Renato Zucoloto (Progressistas), ouviu três servidoras municipais envolvidas no processo em questão, Jane Aparecida Cristina, enfermeira, desempenhando o cargo comissionado de assistente do secretário da Saúde, Heloisa Helena de Almeida Batista, comissionada no cargo de diretora do Departamento Administrativo e Financeiro da Secretaria Municipal da Saúde e Margarete Marim Corat, agente de administração da Secretaria da Saúde.

A primeira a ser ouvida foi Jane, e durante seu depoimento afirmou que solicitou no sábado, 21 de março, que fosse incluída a empresa SOS Urgência Médica no processo e, no mesmo dia, entrou em contato através do celular particular do proprietário da empresa, Anibal Carneiro, fornecendo a estimativa de preços. No depoimento de Heloisa, a mesma alega não ser habitual o fornecimento destes dados.

A primeira depoente também confirmou conhecer o proprietário da empresa devido ao seu trabalho desenvolvido no SAMU, porém não possui estreitamento com outras empresas desta área.

Os vereadores questionaram as três depoentes a respeito da modificação efetuada no empenho do contrato das ambulâncias, sendo alterado de verba Federal para Estadual, o que foi justificado por Margarete que a verba Federal era destinada ao SAMU, mas por orientação do Tribunal de Contas, toda  despesa destinada ao combate ao COVID-19, deve ser empenhada com verba específica para este fim. Neste ponto houve algumas dúvidas dos vereadores sobre a data, quem orientou a modificação, e se houve algo formalizado. A depoente não soube falar sobre qual funcionária da Secretaria da Fazenda informou sobre a modificação a fazer, e o pedido foi feito através de telefone, não havendo um documento com a determinação, e não possui uma cópia desta recomendação do Tribunal de Contas.

A respeito de ambulâncias novas que a prefeitura recebeu, sendo as últimas no inicio deste ano, e se realmente haveria necessidade da contratação para este serviço, Jane defendeu que é necessário haver ambulâncias substitutas, e que a equipe de funcionários da prefeitura não seria suficiente, destacou ainda que deveriam preservar a equipe municipal, e os gastos com horas extras seriam maiores que o contrato em questão.

Esta última alegação foi abordada no depoimento de Margarete que não tem conhecimento de nenhum estudo realizado a respeito.

Também foi informado que a forma como é efetuado o pagamento para a empresa SOS é fixa e variável. Sendo a fixa os gastos com funcionários e os veículos, e a variável a quilometragem percorrida. Neste ponto o vereador Zucoloto solicitou que seja requerida cópia das planilhas de quilometragem.

O presidente da comissão, Orlando Pesoti, indagou ainda sobre a sugestão da procuradora jurídica do município sugerindo que fosse realizado pregão eletrônico em uma modalidade com prazo mais curto, porém o secretário da Saúde fez uso da dispensa de licitação. O que foi justificado que mesmo com prazo mais curto não seria tão rápido como a dispensa de licitação.

Finalizando a oitiva, ficou definido que os membros irão deliberar sobre as próximas oitivas.

Estiveram presentes na reunião os vereadores Lincoln Fernandes (PDT), Bertinho Scandiuzzi (PSDB), Boni (Podemos), Glaucia Berenice (DEM), Elizeu Rocha (Progressistas), França (PSB), Mauricio Gasparini (PSDB),  Rodrigo Simões (PSDB), além dos membros Alessandro Maraca, Paulo Modas, Renato Zucoloto e Orlando Pesoti que preside a CPI.
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) cujo objetivo é apurar a dispensa de licitação na locação de ambulâncias para a Secretaria Municipal de Saúde, Programa de Assistência Médica Emergencial - SAMU, pelo valor de R$ 1,1 milhão de reais, realizou a primeira oitiva na manhã desta quinta-feira, 21 de maio, ouvindo os servidores municipais Marcela Santos Cândido Costa e José Ricardo Magallini. 

O vereador Jean Corauci junto os os outros vereadores ouviram dois depoente, o primeiro depoente a ser ouvido foi Marcela dos Santos, que ocupa o cargo de agente administrativo financeiro na Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto.

Por quase duas horas a servidora respondeu aos questionamentos elaborados pelos vereadores, entre eles justificou o envio de seu email particular durante um final de semana à empresa SOS Assistência Médica Familiar, vencedora do processo investigado, por se tratar de urgência e  foi solicitado à mesma no final do expediente na sexta-feira. Marcela também explicou que todo processo de compras é encaminhado à Secretaria da Fazenda e após à Secretaria Administrativa para assim ser finalizado.

Também questionado pelos vereadores as funções de cada servidor envolvido neste processo e a forma como foi realizado.

Em seguida  a comissão e demais vereadores que acompanhavam a oitiva, receberam o motorista do SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, José Ricardo Magallini. O mesmo é responsável por confeccionar as escalas do SAMU, e com uma escala de trabalho de 12 por 36 horas, mantem o segundo emprego na empresa vencedora e investigada nesta CPI, ocupando o cargo de atendente no período noturno., cumprindo jornada de trabalho também de 12 por 36 horas.

Com muitos questionamentos sem esclarecimentos, por não ser competência de sua função, Magallini respondeu que foram transferidas duas equipes para outro setor (192) após a SOS ganhar o contrato, e que mesmo com um déficit de motoristas, a prefeitura conseguia atender a demanda por ambulâncias.

Ao final da CPI, foi deliberado pelos vereadores a requisição do ponto da servidora Marcela dos Santos Candido no período de janeiro até o presente momento, além de todos os pedidos de transferência de servidores de outros setores para o SAMU e a convocação da assistente do secretário da Saúde, Jane Aparecida Cristina, e da agente administrativo da Divisão de Gerenciamento da Secretaria da Saúde, Margarete Marin Corat.

Será também oficiado o SAMU solicitando as escalas de trabalho dos servidores lotados no setor, assim como das ambulâncias, entre os meses de março, abril e maio. Da mesma forma, será solicitada a escala das ambulâncias da empresa SOS que estão prestando serviços à Prefeitura Municipal.
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Veja a reportagem do SBT RP falando sobre a denuncia que fiz ontem junto ao Ministério Público referente as placas com nome de ruas que estão sendo colocadas em nossa cidade.

Essas placas foram compras no ano passado como mostrará a reportagem e agora as placas estão fora dos padrões, fora das Leis e a Prefeitura vem aceitando estas placas sem fazer questionamento algum.

Nós não podemos aceitar que isso seja feito já que é o nosso dinheiro que está sendo utilizado para o pagando das placas, nós exigimos que sejam entregues as placas que foram compradas.

Continuarei fiscalizando os gastos da Prefeitura e exigindo o que determina a Lei.
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A Prefeitura de Ribeirão Preto teve a chance de receber R$ 5.000.000,00 para restaurar as locomotivas existentes na cidade e começar a implantar o trem turístico, mas pela pura falta de vontade não apresentou a documentação e perdeu o dinheiro que viria do Governo Federal. A mesma Prefeitura também teve a chance de receber R$ 1.600.000,00 do Governo do Estado e também não o fez, esse dinheiro todo viria a fundo perdido ou seja não seria necessário pagar nada, foram R$ 6.600.000,00 jogados na lata do lixo pela Prefeitura.

Agora a Prefeitura pega R$ 800.000,00 emprestado para reformar uma locomotiva.

A conta não fecha se tivéssemos usado o dinheiro anterior teríamos uma locomotiva restaurada R$ 5.800.000,00 em caixa e nada a ser pago em empréstimos.

Essa é a maneira de fazer mais com menos prometida durante a campanha?

Continuarei trabalhando por nossa cidade e fiscalizando os atos da Prefeitura.
A pandemia vai passar. Vamos vencer esse vírus. Todos temos ciência que isso vai acontecer com cada um fazendo a sua parte. Porém, muitos problemas vão ficar por causa da farra do Covid-19. Nossos governantes estão abusando dos poderes do Estado de Calamidade, fazendo contratos com dispensa de licitações e para ajudar amigos. Esse vírus, chegou em Ribeirão Preto.

Enquanto comerciantes fecham as portas em uma dose gigantesca de sacrifício para diminuir a disseminação do vírus, tem empresário ganhando contrato gordo às custas do temor da pandemia. Curiosamente, ele é amigo íntimo do prefeito Duarte Nogueira, dono da chave que abre os cofres públicos. Também é “irmão” do secretário de Saúde, Sandro Scarpelini. Todos fazem parte da mesma Loja Maçônica. 

Para quem ainda não sabe, vou fazer um resumo: A Secretaria de Saúde alugou quatro ambulâncias para quatro meses. O contrato assinado é de R$ 1,1 milhão. Detalhe é que a empresa escolhida é de uma pessoa muito próxima do prefeito, irmão de maçonaria, cabo eleitoral e que já trabalhou na Coderp na gestão tucana de Roberto Jábali. O próprio Duarte Nogueira confessou, em coletiva na segunda-feira, que Anibal Carneiro é sim amigo dele, mas disse que isso não interfere em nada a posição do governo. 

Agora gostaria de fazer uma pergunta para o prefeito eleito para defender o interesse da população e não de colegas, irmãos de maçonaria: se a amizade não interfere, porque a Prefeitura de Ribeirão Preto aceitou calada o fato das quatro ambulâncias estarem na garagem da empresa, sem utilização alguma, na última sexta-feira? O flagra ocorreu ao meio-dia do dia 24 de abril, uma sexta-feira. Todas as ambulâncias, contratadas para estarem à disposição 24 horas por dia, todos os dias da semana, estavam paradas. Sem fazer nenhum atendimento. Será que esse contrato foi realmente necessário?

O contrato é tão nebuloso que a Prefeitura diz que precisa de quatro ambulâncias de forma urgente, para rodar até 7 mil quilômetros por mês, por conta da perspectiva que os números do Covid seriam altíssimos. Porém, no mesmo contrato, a Secretaria de Saúde diz que só iria precisar de forma imediata de duas ambulâncias. Então, por que se pagar mais de R$ 1 milhão por quatro ambulâncias?

O que revolta ainda mais é saber que no pátio das ambulâncias de Ribeirão Preto existem três veículos prontos, zero quilômetro, que não são utilizados porque não tem a documentação pronta. Tudo parado porque o prefeito Duarte Nogueira não consegue resolver entraves burocráticos. 

Triste ver que no momento de maior preocupação com a saúde, fatos nebulosos surjam. A impressão que esse governo, que prometeu AMEs e atendimento diferenciado, só pensou na saúde em um único momento: na hora de ajudar um irmão.
Hoje comemoramos a entrada de Jesus em Jerusalém.

Estamos isolados mas ELE está entre nós. Estamos isolados mas nunca separados... unidos com a Igreja de Cristo!

Nós somos a Igreja. Assim como foi sugerido pela igreja, aqui em casa colocamos os ramos na porta e na janela.

Que neste Domingo de Ramos Cristo abençoe você e toda a sua família. Paz e bem!!!

Estou pedindo para que a Prefeitura de Ribeirão Preto a exemplo de outras cidades comece a entregar aos alunos da rede municipal e estadual os alimentos que seriam destinados a merenda nas escolas.

Muitas vezes esse é o único alimento que as crianças recebem.

A merenda já está estocada na escola ou na Secretaria da Educação.

Tenho recebido inúmeros pedidos para que a Prefeitura disponibilize estes alimentos para nossas crianças e por este motivo na tarde de hoje levei para a Secretaria da Educação esta solicitação. Agora cabe ao Prefeito fazer a distriuição.

Tenho certeza que pensando no próximo e com a união de todos iremos vencer a batalha contra essa doença.