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PARKLET - MAIS UMA CONQUISTA PARA RIBEIRÃO

Iniciativa do vereador Jean Corauci acaba de ser implantada em nossa cidade.

Ribeirão Preto recebeu na última quinta-feira, 7, um novo espaço destinado ao convívio urbano. O projeto pioneiro de parklet na cidade foi instalado em frente ao Centro Cultural Palace, no quarteirão Paulista.

Parklets são áreas criadas ao lado de calçadas, onde são construídas estruturas a fim de criar espaços de lazer onde anteriormente havia vagas de estacionamento de carros. Os primeiros foram construídos em San Francisco, nos Estados Unidos, buscando-se criar ambientes mais amigáveis para as pessoas que passavam pelo local.

O projeto visa oferecer à população acesso a um espaço democrático, público e gratuito, que promove leitura e a circulação cultural.   

Agora outras áreas da cidade poderão contar com a mesma ideia.

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"Temos um novo terreno", diz secretário municipal sobre segundo Bom Prato

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sentadas e área internaO vereadores Jean Corauci e outros vereadores receberam nesta tarde (31), Guido Desinde Filho, secretário de Assistência Social do município, para explicar os motivos de atrasos na instalação do Bom Prato HC.

A oitiva se deu após recusa por parte da prefeitura de terreno disponibilizado pelo Hospital das Clínicas. Guido explicou que a Secretaria de Obras realizou inspeção no terreno e constatou que o local indicado era de contenção de água da chuva, sendo inviável a instalação do restaurante.

"Eu acredito que esse contratempo vai ajudar a fazermos um Bom Prato dentro dos padrões que realmente precisamos", disse.

O secretário informou também que há outro terreno privado em vista da prefeitura, tendo já sido elaborado projeto base para a construção e instalação nesse novo local. Segundo ele, a Secretaria de Planejamento está em negociação de valores e adequações para locação ou compra do terreno. Guido disse que o espaço tem 632 metros quadrados de construção, porém não quis revelar a localização. 

Jean Corauci demonstrou indignação, já que há anos a população espera pela construção do segundo Bom Prato em Ribeirão.

"Se nós não podemos saber onde é o terreno, também podemos pensar que o projeto não vai sair do lugar. A população quer saber onde será o novo Bom Prato, só isso", afirmou.


Diante do exposto, a Comissão deverá ouvir o Secretário de Planejamento para explicações detalhadas sobre os trâmites relacionados ao novo local pretendido para o restaurante.

"Trata-se de dinheiro público  e nossa missão é fiscalizar de que maneira estão sendo feitos os trâmites", comentou Igor Oliveira ressaltando o trabalho da Comissão, que acompanha passo a passo o executivo.

"Se essa CEE não tivesse sido criada, sequer estaríamos falando da segunda unidade do Bom Prato em Ribeirão Preto, por isso vamos continuar trabalhando forte para o projeto sair do papel", finalizou.

Por Marco Aurélio Tarlá

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MAIS VAGAS EM CRECHES

Mais uma conquista depois de muito trabalho para nossa cidade. A indicação que fiz para que as escolas que o SESI está devolvendo para a Prefeitura fossem aproveitas como creche está saindo do papel.

Desde que assumi meu mandato apresentei inúmeros requerimentos pedindo vagas em creches para as crianças de Ribeirão Preto. Nenhuma mãe ou pai tem que deixar de trabalhar porque não consegue vaga em creches para seu filho.

Mas não adianta somente pedir é necessário mostrar como fazer.

Por este motivo indiquei a Prefeitura que utilizasse as escolas que o  SESI está devolvendo para que as utilizasse como creches. Dessa forma a quantidade de crianças sem creches em nossa cidade diminuirá muito.

Com ideias criativas e com trabalho nossa cidade só ganha, reafirmo meu compromisso com você para uma cidade melhor e mais justa para todos.

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CPI do IPTU Verde ouve contribuintes sobre pedidos negados

Os vereadores Jean Corauci (PDT) - presidente e Adauto Marmita (PR), receberam nesta tarde (15) contribuintes que protocolaram e tiveram negados os pedidos de desconto relativos à lei 2842/2017 - IPTU Verde.  

Ricardo Secaf relatou que no primeiro pedido protocolado em 2018, a prefeitura alegou que faltavam evidências fotográficas que comprovassem o atendimento aos pré-requisitos previstos na lei. Posteriormente anexou novo pedido com as fotos e evidências necessárias, tendo sido negado novamente, e informado a ele através de e-mail. Neste ano realizou pedido para concessão referente a 2020 e também não foi aceito.

O contribuinte Fábio Luiz Zampa fez o pedido no dia 03 de agosto de 2018, com base na lei 2842/2017, também negado. Informou que quando solicitou o requerimento para concessão do benefício à Secretaria da Fazenda, os servidores da pasta não estavam informados sobre a lei, e disseram que ele deveria recolher taxa de R$11,70 referente à "revisão de IPTU". Posterior a isso, recebeu engenheiro da prefeitura em sua casa, que mapeou e constatou as condições de aplicabilidade do benefício.

"Ele fez mapeamento de todas as árvores que tinham na minha casa, fez levantamento de tudo que eu tinha pertinente ao IPTU Verde, e além disso constatou que eu crio abelhas nativas, que é algo a mais ao que a lei determina. Ele fotografou e comprovou tudo que apresentei", afirmou o contribuinte complementando que ao questionar sobre a decisão na Secretaria da Fazenda, foi dito que o pedido havia sido protocolado sem a devida justificativa e comprovação em tempo hábil.  

Jean Corauci comentou sobre os depoimentos.

"A gente vê dois casos diferentes com tratamento igual por parte da prefeitura, que parece que não saber o que está fazendo".  




Por Marco Aurélio Tarlá

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