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O Jornal Tribuna em suas páginas mostra uma reportagem falando sobre a dívida que a Cohab de Ribeirão tem com a cidade de Viradouro por falta de limpeza nos terrenos da empresa na cidade vizinha.

Um verdadeiro absurdo e com certeza esse dinheiro todo sairá do nosso bolso já que a Cohab pertence a Prefeitura de Ribeirão Preto.

Continuarei vigilante e trabalhando em favor do povo de nossa cidade.

Estou cobrando explicações da Prefeitura de Ribeirão Preto sobre uma condenação que multou a Cohab na cidade de Viradouro. Os valores a serem pagos pega companhia é de R$ 150 mil.

O que chama a atenção é o motivo da condenação: a falta de limpeza de áreas e imóveis que são da Cohab em Viradouro. No total são 187 imóveis que foram autuados pela Prefeitura de Viradouro.

A pergunta que fica é quem vai pagar a conta? A população de Ribeirão Preto? A Cohab tem empreendimentos em outras cidades e quem paga a conta por total desrespeito a lei que obriga a limpeza é quem mora, muitas vezes de aluguel, em Ribeirão? Isso é um grande absurdo lembrando que a Cohab é controlada pela Prefeitura de Ribeirão.

Os valores a serem pagos pela Cohab são referentes a dois autos de infrações de imóveis que não foram limpos. A primeira penalidade é de 2017 e a segunda de 2018. O caso foi para na Justiça e a Cohab já foi condenada na Justiça de Viradouro e perdeu também recurso apresentado ao Tribunal de Justiça.

Além de já causar danos a cofres públicos de Ribeirão, serve de alerta.

Todos sabemos do descaso da Cohab. Enquanto quem mora da Vila Tibério, na Vila Virgínia ou em qualquer bairro de Ribeirão Preto precisa fazer a limpeza de seu imóvel, tudo que é de posse da Cohab simplesmente fica ileso. Isso tem que acabar.

Mais uma conta que será paga com o dinheiro do povo trabalhador de Ribeirão Preto.


Hoje comemoramos o dia do enfermeiro e o dia internacional da enfermagem. Na Câmara Municipal pude homenagear a enfermeira Gislaine Ignacio.

Na pessoa dela homenageio todos os profissionais desta área que sempre lutaram pela vida de todos nós e sempre deram seu melhor para cuidar de todos nós, só posso agradecer e pedir a Deus que abençoe todos desta linda profissão.

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A Comissão Especial de Estudos com o e objetivo de acompanhar e fiscalizar as mudanças no Serviço De Assistência à Saúde dos Municipiários – SASSOM, realizou nesta segunda-feira, 09 de maio, reunião para ouvir os representantes do Conselho Deliberativo do Sassom.

A reunião presidida pela vereadora Coletivo Popular Judeti Zilli (PT) e acompanhada pelos vereadores e membros da comissão, Bertinho Scandiuzzi (PSDB) e Jean Corauci (PSB), ouviram quatro servidores representantes classistas e quatro representantes do governo no Conselho. A reunião iniciou com Judeti destacando que o órgão foi instituído com a finalidade de assistência ao servidor público municipal, não visando lucro, segundo a lei que o criou.

O questionamento foi sobre a reunião realizada para aprovação do credenciamento de operadora de saúde para os cerca de 20.000 servidores que utilizam o Sassom.

Os representantes do governo defenderam o projeto de credenciamento alegando déficit orçamentário no Sassom e descredenciamento de profissionais e serviços. Mas não souberam responder quando questionado pelos vereadores sobre como os valores pagos pelos servidores colocam o órgão em déficit e uma empresa que visa lucros conseguirá ofertar os mesmos serviços, com a mesma qualidade e com o mesmo valor pago pelo servidor.

A contestação veio por parte dos conselheiros classistas, que votaram contra o projeto, e alegaram que a situação financeira do Sassom é resultado da falta de reajuste por quatro anos do servidor municipal, visto que a contribuição é de 5% no salário, além da terceirização do serviço público, “ a cada terceirizado é um servidor a menos contribuindo para o Sassom e IPM”. Em concordância, os quatro alegaram que o projeto estava pronto e o edital foi publicado no dia seguinte, levando a crer que todo o ato foi direcionado.

A situação orçamentária do Sassom não convenceu os conselheiros classistas, explicado pela conselheira representante do sindicato que o déficit é por período, mas o ano sempre é encerrado sem dívida, visto que os descontos incidem sobre férias e 13º de todos os servidores.

Outro questionamento durante a reunião foi sobre a contribuição patronal sobre os cerca de 3.000 servidores que deixaram de fazer parte do Sassom. Segundo a conselheira Claudia, o Governo Municipal ainda mantém a obrigação de repasse desses servidores, mas não tem conhecimento se é o que ocorre.

A qualidade do serviço oferecido no edital indica que é um serviço inferior ao que hoje é ofertado pelo Sassom, segundo alguns conselheiros.

Foi lembrado pelo vereador Bertinho, que algumas especialidades são de difíceis contratação, mas que muitos médicos credenciados estão lamentando este modelo de gestão.

O vereador Jean Corauci requereu e foi aprovada pela comissão a solicitação de cópia da gravação da reunião do Conselho dos dias 31 de março e 28 de abril, quando foi apresentado o edital, e a reunião posterior a votação do mesmo.

Participaram da reunião os conselheiros:

  • Claúdia de Almeida Torres de Andrade – Sindicato Servidores Municipais
  • Maria Regina R. de Almeida - AMAP – Associação dos Municipiários Aposentados e Pensionistas de Ribeirão Preto
  • Denílson Fantini – Eleito pelos servidores
  • Alex Ramos Neves – Eleito pelos servidorese representante do Sindluta
  • Alessandro Ricardo Ferreira de Castro – Indicado pela Administração
  • Ronie Peterson Ganzaroli - Indicado pela Administração
  • Rodrigo Menezes da Silva – Indicado pela Administração
  • Luciano da Rocha Ferreira - Indicado pela Administração

A presidente da comissão, Judeti Zilli, encerrou a reunião lembrando que a próxima oitiva será com a superintendente do Sassom, Tássia Corrêa Rezende, que também foi convidada a comparecer no legislativo para responder os questionamentos dos parlamentares a respeito deste novo modelo do Sassom.


Fonte: Câmara Munidipal

Texto: Silvia Morais (MTB 77105/SP)

Fotos: Thaisa Coroado (MTB 50170/SP)