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Ontem denunciei que a van adaptada que deveria fazer o transporte de deficientes em nossa cidade estava sendo utilizada para transportar uma moto até a cidade de Sorocaba.

Hoje a denuncia é destaque no Jornal Tribuna.
Um descaso total com os deficientes de nossa cidade por parte da Prefeitura.
Os deficientes têm por inúmeras vezes o transporte a que têm direito negado por parte da Prefeitura e agora conseguimos ver o porquê dessa negativa.
Continuarei trabalhando em favor do povo da nossa querida Ribeirão preto, não podemos deixar ninguém para trás.

Quando você precisa de transporte por parte da Prefeitura e tem seu pedido negado você se pergunta por quê?

E parece que a resposta foi respondida hoje pela Prefeitura.

Na manhã desta quinta, recebi uma denúncia de que a van que deveria estar sendo utilizada para o transporte de cadeirantes estaria realizando transporte irregular de motos. Essa é uma van adaptada e com rampa para cadeirantes.

E como você pode ver na foto fui constatar a irregularidade e infelizmente verifiquei essa vergonha e esse descaso com as pessoas que mais precisam em nossa cidade.

A van estaria levando a moto para a cidade de Sorocaba enquanto deficientes esperam pelo direito ao transporte.

Estou acionando o Ministério Público para que sejam tomadas as providências cabíveis.

Uma discussão veio à tona com mais força nos últimos dias. Será que já é momento de voltar às aulas presenciais? Será que depois da decisão do Governo do Estado de São Paulo de mandar abrir tudo, nossas crianças já não podem retornar para as salas de aula?

Esse tema dominou os noticiários depois que a Prefeitura ainda liberou que as escolas particulares podem já receber alunos, de forma limitada, no dia 21 de setembro. A rede pública também entrará nesta fase no dia 18 de outubro. A Prefeitura diz que haverá limitação, regras rígidas e muita higiene para evitar uma explosão do número de casos do covid-19. 

Será que está no momento de nossas crianças voltarem a estudar? Ou nós devemos fazer um bom estudo antes dessa decisão?

A palavra-chave neste momento sem dúvida é serenidade. É preciso muita cautela antes de qualquer decisão. Uma discussão ampla deveria ocorrer, com autoridades de saúde e de Educação. Ninguém coloca em discussão o prejuízo causado pela suspensão das aulas presenciais. Milhões de crianças pelo Brasil foram afetadas e podem ter o estudo comprometido. Da mesma forma, não se pode dizer que a decisão foi errada. Ela foi essencial para preservar vidas. 

Até o momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sinalizam que este não é o momento da volta às aulas e que, se isso acontecer, os resultados negativos do covid-19 podem ser ampliados. De outro lado, os representes das escolas, principalmente da rede particular, se dizem prontos para receber os alunos com a segurança sanitária necessária. Além disso, é notório que as aulas online não atendem de forma satisfatória a todos. Ficaram evidentes as barreiras que a desigualdade econômica ainda impõe sobre quem não tem acesso ao melhor da tecnologia. Crianças da periferia não tiveram acesso as aulas online por todo o País. Em Ribeirão Preto, situação que tentou ser amenizada com as aulas passando na TV Câmara, que tem sinal aberto. Mas, é claro, que a medida reduzi u pouco os danos da ausência do contato direto com o professor e integração com outros alunos.

Fato é que o consenso não existe, mas, pior que isso, é que até as discussões para se chegar no melhor caminho ainda não ocorreram de forma efetiva. Em Ribeirão Preto, a sociedade civil e as autoridades não se reuniram de fato para debater o tema. Ocorreram discussões isoladas, protestos e sugestões. Nada que realmente possa nortear um retorno consciente de nossas crianças para as salas de aula. 
Que o tema divide opiniões, é fato. Pesquisa Ibope mostrou que 54% dos brasileiros só queriam o retorno às aulas após a vacina estar disponível. Claro que esse seria o cenário ideal. Mas, o que realmente chama a atenção neste momento, não são as opiniões divididas, mas sim a falta de se ouvir outras opiniões. Está faltando, literalmente, é a gente estudar.

O vereador Jean Corauci presidente da Comissão Especial de Estudos do Comércio, cujo objetivo é debater e apontar soluções sobre a reabertura do comércio e demais atividades econômicas em Ribeirão Preto, realizou reunião na tarde desta terça-feira, 15 de setembro, quando foi ouvido o consultor de negócios da CPFL, Companhia Paulista de Força e Luz, Marcos Mielo.

Foi apresentado pelo consultor da CPFL todas as medidas tomadas pela empresa para amenizar os prejuízos de consumidores físicos e jurídicos durante a pandemia, inicialmente houve a suspensão do corte de energia em unidades residenciais e comerciais, após a mudança de fase foi retomada a suspensão de energia por falta de pagamento em unidades jurídicas, mas oferecendo a oportunidade do consumidor  em negociar dívidas oferecendo o parcelamento e com prazo estendido e podendo ser efetuado através de boleto bancário ou no cartão de crédito.

Por ser a CPFL uma distribuidora de energia, regulamentada pela ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, ela não tem autonomia em oferecer benefícios além dos estipulados pela agência reguladora. E nesse ponto a CPFL ofereceu o que foi estabelecido como a isenção dos primeiros 100 kw consumidos para clientes residenciais, mas para clientes jurídicos não foi oferecido nenhum benefício.

Os representantes de alguns segmentos comerciais de Ribeirão Preto questionaram a taxa de juros cobrada pela CPFL e discordaram do consultor alegando que a empresa poderia sim ter fixado juros menores que o estipulado pela agência reguladora.

O presidente da comissão apresentou proposta elaborada por comerciantes que inclui: parcelamento em 24 meses, juros equivalente a Selic em vigor, sem multa moratória aos parcelamentos, inclusive de forma retroativa aos já contratados pelo consumidor via cartão de crédito ou boleto, deduzindo os valores cobrados a mais por juros e encargos, rever cobranças realizadas sobre demanda não consumida durante o período de calamidade pública, cobrança da demanda e não por valores fixos até o final da pandemia, entre outros.

A proposta será apresentada à diretoria da CPFL e discutida, podendo ser apresentado um resultado entre 10 a 15 dias, segundo Marcos Mielo.

Todas as sugestões serão apresentadas também através da comissão ao Ministério Público para viabilizar uma solução.