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A Comissão Especial de Estudos da Maria Fumaça, que foi criada com o objetivo de encontrar meios para a sua preservação, ouviu na tarde desta quinta-feira, 29 de março, o presidente do Brasil Convention & Visitours Bureau, Márcio Santiago.


Responsável pelo projeto que iria restaurar as Marias Fumaça e as Estações Mogiana e Barracão, Márcio afirmou que existia o recurso liberado pelo ministro do Turismo, Marx Beltrão, e por falha da prefeitura, que deixou de enviar a documentação necessária dentro do prazo, a verba foi perdida.

O Jean Corauci, conheceu o projeto apresentado, que contempla além da restauração das estações e dormentes, a melhoria do entorno das estações com ciclovias e paisagismo adequado.

Maraca questionou a respeito da justificativa do secretário do Turismo de Ribeirão, que o recurso federal foi preterido por a prefeitura achar conveniente que esta verba venha da iniciativa privada. Márcio acredita que esta justificativa não condiz com a verdade, visto que passados nove meses, nenhuma empresa privada se manifestou ou foi citada para colocar em prática o projeto.

Em Ribeirão Preto existem duas das dezesseis Marias Fumaças do Brasil. A importância de incentivar o turismo em Ribeirão foi citada por Márcio, valorizando a história da cidade e da época da ferrovia.

Jean Corauci concluiu sobre a importância das estações, “Ribeirão dependeu da Mogiana, é a história da cidade.”

Os vereadores receberam toda documentação apresentada por Santiago, que será anexada no processo da CEE.
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A secretária da Educação de Ribeirão Preto, Luciana Rodrigues, confirmou a participação dos alunos do Ensino Fundamental II de escolas municipais no programa “Câmara na Escola”. 

O programa é desenvolvido pela Câmara de Vereadores e tem por objetivo contribuir na formação cidadã dos estudantes. Desde sua implantação, efetivada na legislatura 2009/2012, o programa atendeu mais de 9,8 mil alunos com visitas à Casa de Leis, sucedidas por debates e esclarecimentos sobre o papel dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.

Segundo a secretária da Educação, a participação da rede municipal ocorrerá de acordo com o interesse de cada escola, mediante agendamento de transporte em datas e horários previamente definidos.

“O projeto tem grande importância e significado para a formação crítica dos alunos e, por isso, daremos continuidade a esta parceria”, ressalta a secretária.
Novela repetida não dá. Mesmo as produções mais aclamadas só servem para preencher a programação das grandes redes de TV depois que fazem sucesso pela primeira vez. Imagine então uma novela desagradável? É esse roteiro que não queremos para Ribeirão Preto em 2018.

A campanha salarial dos servidores municipais já ocorre e o que todos desejam é que as cenas desgastantes de 2017 não se repitam.

É difícil de esquecer, mas para quem não lembra, foram mais de 20 dias de paralisação dos servidores e reflexos nos serviços da Prefeitura de Ribeirão Preto.

Antes dos servidores cruzarem os braços, foram inúmeras as cenas de falta de diálogo entre as duas partes. Simplesmente, não ocorreu uma negociação salarial e a situação foi se arrastando durante meses.

De 2016 para 2017 a prefeitura dizia estar quebra e sem condições de conceder um aumento salarial mesmo assim concedeu um aumento de aproximadamente 4% isso dempois de muita briga entre servidores e prefeitura. No final de 2017 a prefeitura disse ter tido um superavit de mais de R$390 milhões, portanto não terá desculpa em conceder um aumento para o funcionalismo público.

Se na novela do ano passado houve vilões ou mocinhos, não vem ao caso. O que de fato importa é pensar em que saiu prejudicado com os problemas que o desgastante processo gerou em 2017: a população, que depende dos serviços públicos.

Que as autoridades e os representantes da categoria tenham maturidade para manter o diálogo e, acima de tudo, coloquem o interesse da população acima de tudo. Com esse roteiro, todos os personagens farão sucesso junto ao público.
Foi realizada na tarde desta terça-feira, 15 de março, mais uma reunião da Comissão Especial de Estudos que busca informações sobre os casos de prática de eutanásia em animais na Coordenadoria de Bem Estar Animal de Ribeirão Preto.

Natália Camargo é publicitária e faz parte da ONG "Cãopaixão", ela explicou que comparecia semanalmente para fiscalizar as ações do antigo CCZ - Centro de Controle de Zoonoses, e que alguns animais desapareciam de maneira suspeita. "Nós ligávamos cobrando a chefia sobre o sumiço desses animais e eles respondiam apenas que o bicho havia amanhecido morto. Nós percebíamos que havia omissão, não existia tratamento nem cuidado", afirma. Durante o encontro Natalia exibiu através de slides imagens de como era a rotina de trabalho no CCZ. O arquivo da ONG revela condutas passiveis de investigação, com fotos relacionadas ao comportamento dos funcionários, o isolamento em que viviam os animais e as condições do local onde eram mantidos. "Eu não sei se essa situação continua, porque nós fomos expulsos de lá por uma denúncia", conclui a publicitária.

Mariana Simon, do projeto "Meu Herói", acompanha a Coordenadoria de Bem Estar Animal desde 2010, quando ainda era CCZ. Segundo ela, a Coordenadoria não tem programas de guarda responsável ou projetos educativos de castração. "Fora que não há parcerias. A maioria dos CCZs e Coordenadorias hoje em dia não funcionam sem esse tipo de ajuda. É preciso ter estrutura, porque só a atuação dos veterinários não é suficiente", conta. Mariana apresentou também um pouco do trabalho da ONG e revelou indignação sobre a falta de gestão no órgão da prefeitura. "Eu não sei porque a gente consegue trabalhar de maneira voluntária e obter bons resultados, e a prefeitura com uma verba absurda não tem planejamento eficaz", finaliza.

As próximas reuniões serão divulgadas pelos canais de comunicação do legislativo. 


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A Comissão Especial de Estudos que analisa as implicações práticas e o cumprimento da Lei 13.882/2016, que trata da postura municipal em Parques Públicos - entrada de animais, reuniu-se na noite desta quarta-feira, 14 de março. O vereador Jean Corauci ouviu Luis Anselmo Zuccolo Junior, ouvidor e corregedor da Guarda Municipal de Ribeirão Preto. 

Zuccolo explicou que o principal desafio da Guarda em relação ao cumprimento da legislação é conscientizar a população sobre quais tipos de animais podem entrar nos parques, uma vez que a lei especifica alguns requisitos para isso, entre eles raça, tamanho e peso. Informou que os guardas têm dificuldades em fiscalizar e controlar o acesso dos animais não permitidos, entre outros motivos, pela falta de orientação e porque o efetivo da Guarda Municipal é reduzido.

Outra questão abordada no encontro é o não comprometimento de algumas pessoas em recolher os dejetos desses animais, situação que gera problemas entre os frequentadores dos parques. Rodrigo Simões ressaltou que isso potencializa a intolerância por parte daqueles que não querem o convívio com animais, por isso a importância da presença de representantes de organizações nos encontros para discutir as soluções.

A próxima reunião da Comissão de Estudos acontecerá no prazo máximo de dez dias, e mais pessoas serão ouvidas para esclarecimentos sobre a viabilidade da lei na cidade.


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Ontem tive a honra de participar da sessão solene em homenagem ao Dia da Mulher.

Em sinal de meu agradecimento para todas as mulheres, escolhi como minha homenageada Roseli Severim Camacho, que há mais de 30 anos faz trabalhos voluntários e cuida, principalmente, da alma das pessoas.

Em nome dela, fica o meu carinho para todas as mulheres.
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Estive no Parque Flamboyans para mais uma fiscalização e mais uma vez vi de perto o descaso da Prefeitura De Ribeirão Preto.

O retrato é sempre o mesmo: mato alto, buracos e bocas de lobo sujas dominam o bairro.

Conversando com os moradores, é unânime a decepção com o cenário de abandono. Todos cobram medidas urgentes e me comprometi com eles a continuar pressionar o governo pelas mudanças necessárias.

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Desde o ano passado pressiono a Prefeitura De Ribeirão Preto para implantar um aplicativo de agendamento para consultas na rede pública de saúde.

Hoje, no Jornal Tribuna Ribeirão, vejo que a pressão deu resultado.

Finalmente o governo se movimentou e adotou a tecnologia para tentar melhorar a vida dos pacientes, diminuindo assim as filas.

Ainda falta muita coisa, mas continuarei trabalhando muito para melhorar nossa Saúde.

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A fiscalização nos bairros não para. Estive na Ribeirânia e constatei que o bairro encara problemas pela falta de cuidados por parte da Prefeitura de Ribeirão Preto.

O mato alto, buracos e bocas de lobo sujas dominam o bairro. O governo já assumiu que deixou do lado a zeladoria da cidade, cortando recursos. Agora, a população sofre com esses problemas.

Vou continuar cobrando as melhorias que os bairros de Ribeirão precisam.

 
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Pelos quatro cantos de Ribeirão, os problemas são os mesmos. O bairro Orestes Lopes de Camargo, na zona Norte, sofre com o mato alto, bocas de lobo entupidas e buracos no asfalto.

No bairro ainda já pedi a mais de um ano a iluminação de uma passarela, mas a Prefeitura de Ribeirão Preto nada fez.

Não vou abrir mão de fiscalizar os serviços públicos e vou cobrar que a nossa população receba o tratamento que merece.
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Eis o tempo em que tudo vai para a Justiça. O poder do diálogo ou da boa “prosa”, como classifica a nossa bela cultura caipira, se perdeu. Hoje, tudo precisa ser resolvido pelos outros. Na relação Câmara e Prefeitura, não é diferente.

Se você ouvir ou ler por aí que Legislativo e Executivo “conversam”, “debatem”, “discutem” os caminhos de Ribeirão Preto, não acredite. Nada é feito em conjunto hoje. A Prefeitura não conversa nem com seus aliados no Legislativo. Desde o início de 2017, não existe um líder de governo indicado. Imagina se vai conversar com a Casa como um todo?

Com tamanha falta de prosa, o caminho é conversar com o “seu juiz”. O que é proposto pela Câmara e não está nos planos do governo gera a tão famosa Adin, aquela ação que a Prefeitura diz que a Câmara não pode apresentar referida lei.

É claro que a Justiça deve ser acionada para solucionar alguns exageros, mas a chamada judicialização é sinônimo do fim do diálogo.

Em 2017, por exemplo, a Prefeitura tentou vetar o IPTU Verde, alegando que só o Executivo poderia criar o IPTU Verde e dar descontos para a população. Porém, o STF já definiu que a Câmara pode legislar sobre IPTU e os vereadores derrubaram o veto.

O que fez o Executivo então? Entrou com uma Adin (uma das 30 ações recentes) tentando barrar a lei que apresentei. Mas, como na frente do “seu juiz” só se pode dizer a verdade, a prefeitura afirma agora que a Câmara pode apresentar a Lei, mas ela não pode prosperar porque não tem impacto financeiro (outro caso que o STF já definiu que não é necessário). A Justiça já indeferiu a liminar.

Casos como esse só mostram o vazio do diálogo. Se a Prefeitura não quer, tenta resolver no veto. Se não conseguir, o caso vai para a Justiça. Irritadiça, a Câmara também adota postura mais ríspida com o governo, às vezes derrubando vetos onde já existe posicionamento jurídico sobre a inconstitucionalidade.

E onde tudo isso vai parar? Por enquanto, nas mãos do juiz.